Muito, muito, mas muito especial.

by - maio 15, 2017

A primeira vez que tive contato com o scrapbook, foi em 2006, durante um churrasco de trabalho, numa época distante onde eu cursava Direito, e jurava que queria ser advogada, o que obviamente com o tempo, se mostrou que não, não era o caminho que eu seguiria, mas que mudaria muito os meus passos e me faria descobrir uma paixão imensa, o bendito scrapbook.

Me recordo que enquanto a carne assava, e o cheirinho de churrasco irradiava a casa toda, minha chefe me mostrava um álbum de fotos que só posso descrever como maravilhoso, cheio de memórias das viagens, com tickets, bilhetes, minucias,e o mais legal, era único e exclusivo, fiquei encantada, achei incrível, e a palavrinha scrapbook ficou martelando minha mente, e eu coloquei na cabeça que queria fazer um álbum daquele, não precisava ser no dia seguinte, mas eu ainda faria algo tão bonito quanto aquele álbum.

Saí do escritório, segui um caminho diferente do Direito (a Enfermagem), os anos se passaram, a Amor de Papel nasceu, e eu encontrei no Facebook a advogada que me mostrou o scrapbook.

Me sinto muito grata por muita coisa, o aprendizado no escritório, pelas experiências de vida, mas acima de tudo, por ela ter me apresentado ao scrap, que é algo que realmente mudou minha vida, e me vi na obrigação de falar isso pra ela, que se a Amor de Papel existe, é pq eu me inspirei no que ela fez, e assim, seguimos em nossas redes sociais, ela acompanha um pouco do meu trabalho, e os dias seguem, até que dia desses, pra minha grata surpresa, ela indicou meu trabalho pra uma pessoa do meio jurídico aqui em São José dos Campos.

Pode parecer pequeno, mas eu senti uma massagem tão grande no meu ego, em ser indicada a executar um trabalho, por alguém que eu admiro, por alguém que me inspirou ... que é algo que não tem preço!

Um juiz estava se aposentando e seria feito um cocktail em sua homenagem, e o livro guardaria palavras de carinho para quem trabalhou tantos anos.

Fiz, entreguei e só depois de entregue me recordei que não tirei uma única foto!

Não tirei U-M-A foto do livro pronto ... ai que decepção, Julia!!

Felizmente, o que importa é que as boas memórias a gente carrega no coração, eu fico feliz por ter feito esse livro, e pela indicação de alguém que eu admiro tanto.

Uma pena não ter fotografado, mas precisava vir registrar isso aqui!



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